Especial pré 18 anos: Conhecendo a Lari de alguns anos atrás II

   Hoje é dia de mais um post do especial pré 18 anos que estou fazendo aqui no blog, onde divido com vocês alguns fatos e coisinhas que marcaram minha vida até esses dias que antecedem minha maioridade. Aliás, já conferiu o primeiro post da série? Clique aqui para acessá-lo.



    Desde que me conheço por gente sei que tenho alguns parafusos a menos (hahaha) e prova disso era a minha coleção de formiguinhas e tatuzinhos bola. Amava guardar os bichinhos em pote de sorvete e para a sobrevivência dos mesmos, eu fazia vários furinhos na tampa do pote para que eles pudessem respirar e como alimento, nada mais nada menos que: açúcar. A formiguinha que mais sobreviveu, era minha e do meu irmão. Meu primo também resolveu entrar na onda das formiguinhas e guardou uma com ele, até que, um certo dia, meu irmão teve a brilhante ideia de juntar as duas para ver o que acontecia.. Resultado? A formiga do meu primo matou a nossa. Quando eu vi, entrei em desespero e fui direto para o aparelho de som colocar a fita, na época, com a trilha tema do Titanic, a música ''My heart will go on'' para fazer o enterro da formiguinha em um canteiro de terra, com direito até a cruz de madeira. Drama queen desde sempre, né? Hahahaha.

     Acreditei fielmente em Papai Noel até os meus 10 anos (na última imagem deste post, conto como foi a experiência de desacreditar) e era tradição aqui em casa fazer cartinhas de pedidos. Mamis, toda madrugada de Natal,  colocava os presentes na sala, o meu com a minha cartinha e assim, o presente do meu irmão com a cartinha dele. Eu levantava sempre bem cedinho para ir correndo abrir meu pacote, era sempre algo da listinha de desejos. 
   Mas, em um Natal, eu abri meu embrulho com toda empolgação do mundo e? Um kit de mágicas! Mas.. o que eu iria fazer com um kit de mágicas? Fui para o quarto chorando de soluçar repetindo ''Por que o Papai Noel fez isso comigo?'', nisso minha mãe foi ver o que tinha acontecido. Eu contei que o Papai Noel tinha me dado algo de menino e ela me explicou que ele tinha ido em tantas casas que até tinha trocado os presentes.. Hahaha, fofa!
  Ela inverteu as cartinhas, esse, na verdade, era o presente do meu irmão. O meu, depois da toda confusão, era algo que eu queria muito, o Baby Junior, que foi motivo de sorriso o dia todo.

   Peças by Larissa Mocellin, sim! Essas são as que eu não me desfiz e guardo comigo.. No auge dos meus 8 anos comecei a montar várias peças com miçanga e vender na escola, lembro que o ápice da minha empresinha foi uma vez que voltei com R$40,00 para casa, sendo que o que eu mais fazia era pulseirinha que custava em torno de R$3,00 à R$8,00. E essa foi a fase que a diretora surtou comigo, porque depois que iniciei, várias meninas começaram a criar suas peças também e vender no recreio, a escola tinha se transformado em um camelô praticamente, hahahaha. Tudo isso durou bastante tempo e gerou bastante lucro também, até que as vendas foram proibidas. Triste fim?

    Como citei na segunda imagem do post, eu acreditei em Papai Noel até meus 10 anos, o que eu acho relativamente bastante tempo, já que há pelo menos uns 3 anos eu era obrigada a ouvir meus colegas tentando me convencer de que isso era pura fantasia. Sempre questionava minha mãe quanto a isso, mas ela se mantinha firme em me dizer que sim, existia. Com o tempo isso foi piorando e fui percebendo que eu era uma das únicas que acreditava sob qualquer custo nessa ideia, até que de tanto encher minha mãe de perguntas, ela me contou a verdade. Eu simplesmente surtei, hahahaha. 
   Eu chorei demais e me negava a acreditar que isso poderia ser verdade, até porque, sendo alucinação ou não, eu conto para todo mundo até hoje, que eu já vi o Papai Noel no céu com as renas e tenho a cena muito bem guardadinha na minha cabeça (?) 
   Com certeza foi um dia muito triste acompanhado de um sentimento de que uma das melhores fases da minha vida tinha encerrado ali. A descoberta do meu irmão foi natural e muito antes da minha, mas mesmo assim, ele sempre me ajudou a escrever as cartinhas e nunca cogitou a hipótese disso tudo ser mentira. Que amorzinho, né? 


   Espero que estejam gostando do Especial e das minhas (dramáticas) histórias, hahaha. Como comentei no primeiro post, se quiserem que eu conte ou mostre algo específico, é só deixar um comentário aqui abaixo que eu vou amar ver as sugestões de vocês.
Bom final de semana, amores! Aproveitem!

13 comentários:

  1. Muito legal seu post, gostei!

    Por: brazilianvogue.blogspot.com.br ❤

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  2. Oi Lari,
    Que meiga você. Confesso que nunca acreditei em Papai Noel, pois a minha mãe é enfermeira e muitas vezes nessas datas ela fazia plantão, então minha família nunca foi muito apegada em datas comemorativas, sempre comemorávamos datas especiais nos dias que todos estavam reunidos, acho lindo quem tem a tradição de fazer esse ritual de natal, mas não sou muito apegada.
    Quem não fez pulseiras de miçangas pra vender na escola que atire a 1° pedra Rsrs.
    Super beijos. Tenha um ótimo final de semana =*

    http://www.facamebonita.com/

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    1. Hahahaha deve ser tudo menos complexo, né Dri? A gente se apega demais à essas datas que são basicamente, mais comerciais do que qualquer outra coisa.. Adorei ler um pouquinho da sua história, amo te ver sempre por aqui e fico feliz por isso!
      Beijos e bom final de semana! <3

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  3. Como é bom reviver esses momentos marcantes de nossa história né?
    Bom fim de semana!
    Fica com Deus!
    Beijo!

    http://nannacunha.blogspot.com.br

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. Lari, eu cuidava de joaninhas, quando li tua história sobre as formiguinhas, lembrei da minha infância. Que demais! Cuidei das minhas joaninhas com muito amor e carinho, hahaha. Amei as histórias <3

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  8. é sempre bom relembrar os velhos tempos hihi
    http://geysecofferri.blogspot.com.br/

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  9. Nossa, o meu sonho era ter o tênis da Sandy, acredita? Quando ganhei parece que congelei no tempo, de tanto que fiquei feliz! Que saudades <3
    Um ótimo final de semana para você! :*

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